quarta-feira, 16 de setembro de 2020

"Carnival Imagination", mais um dos muitos navios que acabarão na sucata brevemente

O navio de cruzeiros “Carnival Imagination” chegou a Alaiga, na Turquia, para demolição, juntando-se ao “Carnival Fantasy”, “Carnival Inspiration”, “Pullmantur Monarch” e “Pullmantur Sovereign” no estaleiro de demolição da Turquia, estando previsto a demolição de mais navios de cruzeiro.

 


Carnival-imagination
Photo//MarineTraffic


Fred Olsen Cruise Lines retira o "Black Watch" do serviço


O “Carnival Imagination” é assim o terceiro navio da classe Fantasy a ser abatido e em demolição após a paragem das operações da empresa devido à pandemia COVID-19.


Características

Nome: CARNIVAL IMAGINATION.

Tipo: Passageiros/Cruzeiro.

IMO: 9053878.

Indicativo: C6FN2.

MMSI: 309933000.

Bandeira: Bahamas.

Porto de Registo: Nassau.

Numero Oficial: 732042.

Donos: Carnival Corp.- Doral, FL, EUA.

Operadores: Carnival Cruise Line- Doral, FL, EUA.

Classe: Lloyd's Register.

Ano de Construção: 1995.

Estaleiro: STX Finland Oy- Helsinquia, Finlândia.- Casco#488.

Data de Entrega: 08/06/1995.

Comprimento Fora a Fora: 262,00 metros.

Comprimento entre Pp: 224,00 metros.

Boca Normal: 31,53 metros.

Boca Máxima: 36,00 metros.

Pontal: 24,90 metros.

Calado: 7,85 metros.

Altura: 64,00 metros.

Arqueação Bruta: 70,367 toneladas.

Arqueação Liquida: 45,680 toneladas.

Porte Bruto: 7,180 toneladas.

Deslocamento: 36,282 toneladas.

Numero de Convés: 14. Número de Cabines: 1,026. Número de Camas: 2,658. Número de Tripulantes: 920.

Potência de Maquinas: 42,240 kW (57,430 hp), 514,00 rpm. 8 caldeiras. 2 hélices CP, 140,00 rpm.

Velocidade de Cruzeiro: 18,00 nos.

Velocidade Máxima: 22,30 nos.

Potência de Maquinas Auxiliares: 2,525 kW.

Potência de Thrusters: 3,000 kW (4,078 bhp).

Nome Anterior: Imagination (06/1995-10/2007).

Navios irmãos   “Carnival Ecstasy”, “Carnival Elation”, “Carnival Fantasy”, “Carnival Fascination”, “Carnival Inspiration”, “Carnival Paradise”, “Carnival Sensation”



Informação//Paulo Peixoto


Cunard cancela cruzeiros até meio de 2021





domingo, 13 de setembro de 2020

Consorcio sueco construir transportador de carros á vela

 Um consórcio sueco vai construir um enorme transportador de carros á vela com capacidade de 6.000 a 7.000 veículos, ao mesmo tempo que vai reduzir 90% das emissões, de acordo com um relatório inicial do The Driven.

A embarcação terá o nome, “Oceanbird,  Wind-Powered Car Carrier” (wPCC), e foi projetado como parte de um projeto colaborativo sueco sob a liderança da empresa de design Wallenius Marine, além da consultoria marítima SSPA e do KTH Royal Institute of Tecnologia, em Estocolmo.

 


Photo//Wallenius Marine/Youtube


Projeto financiado para navegação de navios não tripulados


Foi efetuado um teste de mar, bem sucedido, com um modelo do “Oceanbird”, no início deste ano para testar a inclinação do navio, bem como a parte relacionada co a carga, e os lemes, o que significa que o “Oceanbird” deverá começar a operar até  o final de 2024.

O “Oceanbird” ostenta um design exclusivo de cinco velas, cada uma das quais lembra um pouco a asa de um avião comercial. No seu vídeo promocional, Wallenius Marine refere-se à "tecnologia única de vela de asa" da embarcação.



O “Oceanbird” demorará, em condições normais, 12 dias para ma travessia transatlântica, em vez dos sete dias que atualmente demora um navio de carga convencional, relata o The Driven.

Mas em compensação, o “Oceanbird” usará muito menos combustível fóssil que os navios cargueiros. Atualmente, a frota mundial é de aproximadamente 450 grandes transportadores de automóveis onde cada um consome em média cerca de 44 toneladas de combustível fóssil por dia.






O “Oceanbird” mede 200 m de comprimento e 40 m de largura, e foi projetado para ter um deslocamento de aproximadamente 35.273 toneladas e, com suas enormes velas extensíveis, terá 100 m de altura, o que é o dobro da altura do navio mais alto existente.

É um investimento de 27 milhões de coroas suecas (US $ 4,25 milhões, de acordo com o The Driven) da Administração de Transporte Sueca (Trafikverket).


Novo conceito de navio tanque ecológico da Stena Bulk


Fonte//TheDriven



segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Fred Olsen Cruise Lines retira o "Black Watch" do serviço


Construído na década de 1970, O "Black Watch" é um dos navios de cruzeiro mais antigos ao serviço e agora enfrenta um futuro incerto. Substituído por um navio mais novo e maior, o antigo “Royal Viking Star" está agora á espera do que poderá ser o seu futuro depois de uma longa carreira.


Black-watch
Photo //Fred Olsen Cruises

Cunard cancela cruzeiros até meio de 2021


Pequena historia do “Black Watch”


Em 1970,  é criada a Royal Viking Line como uma marca de cruzeiros de luxo. A empresa recém-formada encomenda três navios no Estaleiro Wartsila Helsinki. Em 1972, entra em serviço o primeiro navio da Royal Viking Line, o  “Royal Viking Star” com 21.847 toneladas e capacidade para 539 convidados é também o primeiro de uma série de três navios que mais tarde incluíram o “Royal Viking Sky” e o “Royal Viking Sea”.
Em 1981, o “Royal Viking Star2 entra em doca seca na Alemanha Ocidental para ser ampliado. A embarcação é alongada em quase 28 metros, recebendo novas áreas públicas e mais 200 camas adicionais.




Em 1984, a Royal Viking Line é adquirida pela Kloster, mas permanece como uma marca separada até 1988, altura em que, o navio passa a ser administrado diretamente pela Kloster Cruise, sendo a bandeira alterada da Noruega para as Bahamas. Em 1990, o “Royal Viking Star” é transferido para a Norwegian Cruise Line, sendo renomeado de “Westward” e colocado no Caribe. Em 1994º o “Westward” passa a chamar-se “Star Odyssey” e é transferido para a Royal Cruise Line após uma reforma de US $ 30 milhões. Em 1996, a Fred. Olsen Cruise Lines compra o “Star Odyssey” por US $ 55 milhões e batiza-o de “Black Watch.


Royal-Viking-star
Photo//Wikipédia

Quais são os 5 navios de cruzeiro mais caros do mundo?



Em 2005, o navio entrou no estaleiro Blohm + Voss para uma grande reforma, recebendo novos motores e outras modernizações técnicas. 

Após 24 anos de serviço, o” Black Watch” será substituído por um navio maior e mais novo assim que os cruzeiros recomeçarem.