sexta-feira, 13 de março de 2020

Operadores de cruzeiros cancelam operações

A Royal Caribbean Cruises e a  Ltd Norwegian Cruise Line Holdings Ltd suspenderam todos os seus cruzeiros nos Estados Unidos, a primeira nos próximos 30 dias, e a segunda até 11 de abril.
Também a Costa Cruzeiros, subsidiária da Carnival Corp na Itália, tem os cruzeiros suspensos até 3 de abril.


Anthem-of-the-seas
Photo Royal Caribbean


Governo da Madeira proíbe atracação de cruzeiros



A Princess Cruises, outra subsidiária da Carnival, suspendeu suas viagens por dois meses.
E de recordar que os da Princess Cruises “Diamond Princess” e “Grand Princess” foram colocados em quarentena depois que se tornarem focos de infeções do coronavírus.

A Disney Cruise Line da Disney e a Viking Line da Finlândia também interromperam temporariamente as operações.
Os cancelamentos de cruzeiros devido ao coronavírus, está a aumentando rapidamente, sendo de prever que dentro de poucos dias, praticamente toda a frota mundial de cruzeiros estará completamente inativa.

Navios de cruzeiro recebidos com protestos devido ao coronavirus





quinta-feira, 12 de março de 2020

Governo da Madeira proíbe atracação de cruzeiros

O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, anunciou, nesta quinta-feira de manhã, novas medidas de contingência devido ao novo coronavírus (Covid-19). 
Entre elas está a proibição da atracação de navios de cruzeiro nos portos da região, assim como a entrada de iates nas marinas do arquipélago.



Porto-do-Funchal
Photo João Conceiçao

Navios de cruzeiro recebidos com protestos devido ao coronavirus


Com esta proibição, serão cerca de 50 mil,os turistas que não irão desembarcar até ao fim de Março, numa medida de contingência que visa  apoiar cidadãos e empresas face à pandemia.
O abastecimento de bens, sobretudo alimentares, está assegurado pelos navios porta contentores que semanalmente ligam a região ao continente.



AIDAnova fez (turnaround) inesperado na Madeira


quarta-feira, 11 de março de 2020

Encontrado submarino “USS Stickleback” perdido há 62 anos

A equipa "Lost 52 Project" descobriu o “USS Stickleback” (SS 415), um submarino perdido há 62 anos a 3300 metros de profundidade.
O submarino da Segunda Guerra Mundial foi enviado para Guam em março de 1945 e começou sua primeira patrulha de guerra em 6 de agosto, quando partiu para o Mar do Japão. Chegou na semana seguinte e começou sua patrulha. Durante esse período, foram lançadas as bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki, e acreditava-se que a guerra terminaria em breve.

O “USS Stickleback” só estava na área de patrulha há dois dias quando a ordem de cessar-fogo foi aprovada. Ele permaneceu na área e, em 21 de agosto, avistou duas jangadas de bambu contendo 19 sobreviventes de um cargueiro. Estiveram a bordo durante 18 horas, onde receberam comida, água, tratamento médico e foram deixados nas jangadas a uma curta distância de uma das ilhas japonesas.
O “USS Stickleback” voltou a Guam em 9 de setembro de 1945. Partiu para os EUA no dia seguinte. Ela chegou a São Francisco e participou do desfile da Terceira Frota em 28 de setembro. Após um pequeno cruzeiro para as Ilhas Havaianas,  foi desativado e colocada em reserva em 26 de junho de 1946.
Voltou ao ativo em 6 de setembro de 1951 e serviu em San Diego, Califórnia, como navio de treino. Foi novamente desativado em 14 de novembro de 1952 e convertida num submarino do tipo Guppy IIA. A 26 de junho de 1953, o “USS Stickleback” juntou-se ao Submarine Squadron 7 em Pearl Harbor, onde apoiou as forças das Nações Unidas na Coreia de fevereiro a julho de 1954, voltando depois a Pearl Harbor. De 1954 a 1957, conduziu operações de recolha de informações na União Soviética.
Em 28 de maio de 1958, o “USS Stickleback” participava num exercício de guerra anti-submarino com a escolta do destroyer “USS Silverstein” (DE 534) e um draga minas na área havaiana.





No curso desses exercícios, o submarino havia acabado de lanças um torpedo simulado no “USS Silverstein” e estava a uma profundidade segura quando ficou sem  energia e descendo descontrolado a cerca de 240 metros. Foi adicionado um lastro de flutuação de emergência e ele subiu rapidamente emergindo aproximadamente 180 metros à frente do destroyer. Foi dado o alarme de colisão, e “USS Silverstein” deu á ré toda a força, mas não conseguiu evitar uma colisão. O resultado foi um rombo no submarino e perda do mesmo.
A tripulação do “USS Stickleback” foi retirada pelo draga minas e foram feitos esforços combinados por vários navios para salvar o submarino. Os navios de resgate prendiam cabos ao submarino, mas todos os compartimentos inundaram, e o “USS Sticklebac” afundou a 3.300 metros de profundidade.

O “USS Stickleback” é o terceiro submarino a ser descoberto, dos quatro da Marinha dos EUA perdidos desde o final da Segunda Guerra Mundial. o  “USS Cochino” (SS 345), o “USS Thresher”  (SSN 593) e o “USS Scorpion” (SSN 589) também foram perdidos durante a Guerra Fria.

HSC “Atlantic Express” sofre acidente no porto de Colónia


Fonte//MaritimeExecutive